Interpretação da pontuação
IVCF-20: 0 a 6 pontos de 40
Baixo risco de vulnerabilidade
Pessoa idosa robusta. Manter prevenção, atividade física e revisão periódica.
O que esse resultado representa
Estratificação da vulnerabilidade clínico-funcional da pessoa idosa em uma visão global.
Reúne em um só instrumento idade, autopercepção de saúde, atividades de vida diária, cognição, humor, mobilidade, comunicação e carga de doenças.
É indicado como visão global da pessoa idosa, útil para priorizar cuidado e para sustentar conclusão pericial sobre vulnerabilidade e dependência.
Responde a própria pessoa avaliada com apoio do cuidador; medidas como peso e panturrilha são conferidas pelo profissional.
Duração aproximada de dez minutos. Material: fita métrica e balança.
Instrumento multidimensional de vinte itens que reúne idade, autopercepção de saúde, funcionalidade, cognição, humor, mobilidade, comunicação e comorbidades em um índice de vulnerabilidade.
Antes de tirar conclusões
Esta é a faixa operacional da versão usada no CogniCare, não um diagnóstico nem um ponto de corte universal. Escolaridade, idade, contexto e protocolo podem mudar a interpretação. Não some pontuações de instrumentos diferentes.
Cada resposta que indica risco soma os pontos previstos no próprio item. Quanto maior o total, maior a vulnerabilidade e a necessidade de avaliação geriátrica ampla.
Uso como diagnóstico específico de demência, depressão ou sarcopenia.
Aplicação durante doença aguda, com resultado transitoriamente pior.
Ausência de informante quando há déficit cognitivo relevante.
O que merece atenção
- Baixo risco de vulnerabilidade clínico-funcional.
Próximos passos a discutir com o profissional
- Manter prevenção: exercício, vacinação e revisão anual.
Avaliações complementares possíveis
- Sem encaminhamento por este resultado.
Acompanhamento
Reaplicar em 12 meses. Prazo sugerido pelo conteúdo de apoio do app, não prescrição individual.
Apoio à decisão: sugestões geradas a partir de instrumentos de rastreio, para apoiar — e não substituir — o julgamento clínico. Adapte cada passo à anamnese, ao exame físico, às comorbidades, às metas do paciente e ao contexto de cuidado antes de qualquer conduta.
Referência e versão
Moraes et al., Rev Saúde Pública 2016 (corte 6/7); faixa ≥ 15: Moraes et al., Rev Fac Ciênc Méd Sorocaba 2020.