Interpretação da pontuação
FAQ: 11 a 21 pontos de 21
Comprometimento importante
Dependência significativa nas atividades. Procure avaliação especializada.
O que esse resultado representa
Impacto da cognição nas atividades do dia a dia, informado pelo familiar ou cuidador.
Sete perguntas descrevem o quanto a pessoa ainda dá conta de dinheiro, compras, preparo de alimentos, acompanhamento de notícias, compreensão e compromissos.
É indicado para diferenciar queixa isolada de memória de perda funcional que caracteriza demência.
Responde o familiar ou cuidador que convive com a pessoa, de preferência sem ela presente.
Duração aproximada de cinco minutos, sem material específico.
Questionário respondido pelo informante sobre atividades complexas do cotidiano, construído justamente para captar o impacto funcional do declínio cognitivo.
Antes de tirar conclusões
Esta é a faixa operacional da versão usada no CogniCare, não um diagnóstico nem um ponto de corte universal. Escolaridade, idade, contexto e protocolo podem mudar a interpretação. Não some pontuações de instrumentos diferentes.
Responda com base no que o cuidador ou familiar observa. Pontuação igual ou maior que 5 sugere comprometimento funcional de origem cognitiva.
Ausência de informante com convivência próxima.
Dependência de causa exclusivamente física ou sensorial.
Aplicação com o paciente presente, que constrange e distorce a resposta.
O que merece atenção
- Perda funcional relevante compatível com demência: estadiar e planejar suporte.
- Avaliar segurança e capacidade de decisão.
Próximos passos a discutir com o profissional
- Aplicar CDR-SB e NPI-Q; combinar plano de supervisão com a família.
- Discutir direção veicular, finanças e documentos com antecedência.
Avaliações complementares possíveis
- Geriatria ou neurologia; serviço social e terapia ocupacional.
Acompanhamento
Reavaliar em 3 meses. Prazo sugerido pelo conteúdo de apoio do app, não prescrição individual.
Apoio à decisão: sugestões geradas a partir de instrumentos de rastreio, para apoiar — e não substituir — o julgamento clínico. Adapte cada passo à anamnese, ao exame físico, às comorbidades, às metas do paciente e ao contexto de cuidado antes de qualquer conduta.
Referência e versão
Pfeffer e colaboradores, 1982; validação brasileira de Assis e colaboradores.