Interpretação da pontuação
CFS: 1 a 3 de 9
Sem fragilidade
Manter atividade física, nutrição e prevenção.
O que esse resultado representa
Grau global de fragilidade definido pelo julgamento clínico, de muito ativa a doença terminal.
Classifica a pessoa em nove níveis que descrevem atividade, independência e carga de doença no estado habitual.
É indicada como síntese de fragilidade para decisão de cuidado, prognóstico e priorização de intervenções.
Preenche o profissional, com base na entrevista e na informação do cuidador, considerando as duas semanas anteriores a qualquer doença aguda.
Duração aproximada de dois minutos, sem material específico.
Julgamento clínico global do grau de fragilidade em nove níveis, baseado no estado habitual antes da doença aguda, integrando cognição, função e comorbidade.
Antes de tirar conclusões
Esta é a faixa operacional da versão usada no CogniCare, não um diagnóstico nem um ponto de corte universal. Escolaridade, idade, contexto e protocolo podem mudar a interpretação. Não some pontuações de instrumentos diferentes.
Baseie-se no estado habitual das duas semanas anteriores a qualquer doença aguda. Descrição proposta por Rockwood e colaboradores.
Uso com base no estado durante a doença aguda, o que superestima a fragilidade.
Pessoas com deficiência estável desde jovem, para quem a escala não foi construída.
Substituição da avaliação geriátrica ampla em decisões de alto impacto.
O que merece atenção
- Sem fragilidade clínica: manter reserva funcional e prevenir perdas agudas.
Próximos passos a discutir com o profissional
- Prescrever exercício resistido duas a três vezes por semana, além de caminhada.
- Atualizar vacinas (influenza, pneumococo, herpes-zóster, COVID-19) e revisar medicamentos.
- Registrar a escala como linha de base para decisões futuras em internação e cirurgia.
Avaliações complementares possíveis
- Sem encaminhamento motivado por este resultado.
Acompanhamento
Reavaliar em 12 meses e sempre após internação ou evento agudo. Prazo sugerido pelo conteúdo de apoio do app, não prescrição individual.
Apoio à decisão: sugestões geradas a partir de instrumentos de rastreio, para apoiar — e não substituir — o julgamento clínico. Adapte cada passo à anamnese, ao exame físico, às comorbidades, às metas do paciente e ao contexto de cuidado antes de qualquer conduta.
Referência e versão
Rockwood et al., CMAJ 2005; versão de 9 níveis (Dalhousie, 2007; revisão 2.0 de 2020).