Interpretação da pontuação
Morse: 0 a 24 pontos de 125
Risco baixo de queda
Manter cuidados básicos de prevenção e reavaliar se o quadro mudar.
O que esse resultado representa
Risco de queda em pessoas internadas ou em cuidado contínuo, em seis critérios.
Seis critérios observados pelo profissional: quedas anteriores, diagnósticos, apoio para andar, acesso venoso, marcha e estado mental.
Cerca de dois minutos, sem material. Pontuação de 0 a 125; quanto maior, maior o risco.
Antes de tirar conclusões
Esta é a faixa operacional da versão usada no CogniCare, não um diagnóstico nem um ponto de corte universal. Escolaridade, idade, contexto e protocolo podem mudar a interpretação. Não some pontuações de instrumentos diferentes.
Faixas da versão brasileira (Urbanetto et al., 2013): 0–24 baixo, 25–44 médio, 45 ou mais alto. A escala foi desenvolvida para pacientes internados; em ambulatório, interprete junto com TUG e histórico de quedas.
O que merece atenção
- Resultado dentro do esperado no rastreio: manter vigilância de rotina.
Próximos passos a discutir com o profissional
- Registrar o valor como linha de base para comparação futura.
- Orientar sobre sinais de alerta que motivam reavaliação antecipada.
Avaliações complementares possíveis
- Sem encaminhamento específico motivado por este resultado.
Acompanhamento
Reavaliar em 12 meses ou antes se houver mudança clínica. Prazo sugerido pelo conteúdo de apoio do app, não prescrição individual.
Apoio à decisão: sugestões geradas a partir de instrumentos de rastreio, para apoiar — e não substituir — o julgamento clínico. Adapte cada passo à anamnese, ao exame físico, às comorbidades, às metas do paciente e ao contexto de cuidado antes de qualquer conduta.
Referência e versão
Morse JM et al., Can J Aging 1989. Versão brasileira: Urbanetto JS et al., Rev Esc Enferm USP 2013; corte 45 confirmado por Urbanetto et al., Rev Gaúcha Enferm 2016.