Interpretação da pontuação
Epworth: 0 a 10 pontos de 24
Sonolência dentro do esperado
Manter orientação de higiene do sono e reavaliar se surgirem novas queixas.
O que esse resultado representa
Medida da sonolência diurna excessiva em situações do dia a dia.
Oito situações cotidianas em que a pessoa avalia a chance de cochilar, de nenhuma a alta.
É indicada quando há ronco, pausas respiratórias, cansaço diurno, quedas ou queixa cognitiva que possam ter origem no sono.
Responde a própria pessoa avaliada, considerando as últimas semanas; o cuidador pode ajudar a lembrar as situações.
Duração aproximada de três minutos. Não exige material.
Mede a propensão a adormecer em oito situações do cotidiano, traduzindo a sonolência diurna média das últimas semanas em um escore de zero a vinte e quatro.
Antes de tirar conclusões
Esta é a faixa operacional da versão usada no CogniCare, não um diagnóstico nem um ponto de corte universal. Escolaridade, idade, contexto e protocolo podem mudar a interpretação. Não some pontuações de instrumentos diferentes.
Sonolência excessiva não define diagnóstico: orienta investigação de apneia do sono, efeito de medicamentos, insônia e depressão.
Como diagnóstico de apneia do sono, que depende de estudo do sono.
Prejuízo cognitivo importante sem informante, pela dependência de autorrelato.
Quando a queixa é insônia isolada, sem sonolência diurna.
O que merece atenção
- Sonolência diurna dentro do esperado.
Próximos passos a discutir com o profissional
- Reforçar higiene do sono: horário fixo, luz natural de manhã, cafeína só até a tarde.
- Rever cochilos longos e uso de álcool à noite, que fragmentam o sono.
Avaliações complementares possíveis
- Sem encaminhamento motivado por este resultado.
Acompanhamento
Reaplicar em 12 meses ou se surgir queixa de sono. Prazo sugerido pelo conteúdo de apoio do app, não prescrição individual.
Apoio à decisão: sugestões geradas a partir de instrumentos de rastreio, para apoiar — e não substituir — o julgamento clínico. Adapte cada passo à anamnese, ao exame físico, às comorbidades, às metas do paciente e ao contexto de cuidado antes de qualquer conduta.
Referência e versão
Johns, 1991; versão brasileira validada por Bertolazi e colaboradores, 2009.